terça-feira, 21 de outubro de 2008

PROJETOS DE INTERVENÇÃO - CURSO DE HISTÓRIA

Foram escolhidos 2 projetos de intervenção elaborados por 2 grupos de alunos da turma de História, do C7, para serem postados neste BLOG!

PROJETO 01
A CONTEXTUALIZAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA
NO ENSINO DE HISTÓRIA

Ana Lúcia Seixas Oliveira
Ana Maria Cardoso Seixas
Maria Antonieta Oliveira
Marina Cardoso Seixas


A essência da atividade (prática) do professor é o ensino-aprendizagem, ou seja, é o conhecimento técnico prático de como garantir que a aprendizagem se realize como conseqüência da atividade de ensinar.
Partindo do pressuposto de que a prática pedagógica é fundamental para a construção do conhecimento institucional e sistemático, é necessário uma analise mais detalhada, quanto às práticas pedagógicas aplicadas no cotidiano das salas de aula. Percebe-se a importância da contextualização dos conteúdos de história com a realidade dos alunos.
Nas suas relações com o conhecimento histórico, o ensino e a aprendizagem de História envolvem seleções criteriosa de conteúdos e metodologia que contemplem o fato, o sujeito e o tempo.
O homem é um ser social e faz parte das relações sociais. Sendo assim, a escola tem que ser um lugar de criação, de produção de saber, pois, como outras instituições, não serve apenas para reproduzir o modelo de pensamento que perpassa toda a sociedade, mas também para produzir transformações.
Faz-se necessário ressaltar que um dos grandes desafios do professor do século XXI, é a consciência do saber-fazer em sala de aula, isto é, cabe ao professor questionar não só “o quê” do conteúdo a ser ensinado, mas também “o como” se pretende ensinar esse conteúdo. “E mais ainda: questionar ‘o quê’ e ‘o como’ em função de quais interesses. Enfim, questionar sua prática pedagógica em função dos objetivos pedagógicos e sociais aos quais ele serve” (Veiga 1989, p. 70).

PROBLEMÁTICA:

PRÁTICA PEDAGÓGICA DESCONTEXTUALIZADA DA REALIDADE DOS ALUNOS.

Com o propósito de formar cidadãos críticos e reflexivos, o ensino de História busca a compreensão da realidade, favorecendo a formação do estudante para que assuma forma de participação social, política e atitudes críticas perante a sociedade. Porém, não é o que se vê nas salas de aula através da prática educativa.
Durante as observações realizadas, foram detectadas situações que necessitam ser revistas, eis a razão desse projeto. Pois, trabalhar os conteúdos de História de forma desvinculada com a realidade do aluno, torna o ensino monótono e sem nenhum significado para a vida do educando, tornando os conteúdos vazios e inúteis no que diz respeito ao autoconhecimento, autotransformação e reformulação de novos conceitos e valores.
O papel do educador através de sua prática pedagógica é facilitar e orientar o processo de desenvolvimento do aluno, levantar questionamentos que provoquem e desequilibrem seu aluno em prol da transformação. E para que isso aconteça é fundamental desenvolver atividades pedagógicas contextualizadas e voltadas para a formulação do conhecimento significativo com base nas relações cotidianas dos alunos, reconhecendo os valores étnicos, a pluralidade cultural, permeando outras áreas do conhecimento através da interdisciplinaridade, para que o aluno possa desconstruir, recosnstruir e construir experiências proveitosas para o exercício da cidadania.

PÚBLICO ALVO: Alunos da 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental e da EJA; Professores da Disciplina de História; Coordenadores; Equipe Escolar; Pais dos alunos e a comunidade em geral.

JUSTIFICATIVA:

È buscando possibilitar o desenvolvimento integral do educando, abrindo caminhos para sua participação na sociedade, de forma que se realize como ser humano e idealizando que os alunos devem sempre vivenciar situações diversas que favoreçam o desenvolvimento da autonomia, da criticidade e da criatividade.
É nesse ponto que esse projeto vem subsidiar o professor no tocante a prática pedagógica, é nosso interesse poder colaborar na execução de técnicas educativas eficientes e contribuir com a participação direta na elaboração de ações pedagógicas que irão solucionar o problema de desmotivação, distorção idade série, reprovação e o mais grave a evasão escolar. É sabido que uma prática pedagógica voltada para a motivação do aluno, desperta o interesse pelo assunto e torna a assimilação dos conteúdos mais fácil aí então acontece a verdadeira aprendizagem.
Chamamos a atenção dos professores para que se sensibilizem com a situação e vamos juntos adotar uma metodologia em que o aluno possa fazer parte integrante do processo ensino-aprendizagem, interagindo com o professor, com os colegas, enfim, com a equipe escolar e a comunidade local. É importante que a comunidade local tenha a oportunidade de vivenciar essa transformação. A escola deve adotar uma política educacional voltada para o aluno e a sociedade á que ela está inserida.

OBJETIVO GERAL:

Refletir sobre a prática pedagógica do professor de História, tendo em vista uma coerência com os conteúdos analisando a função atribuída aos mesmos no contexto da realidade vivida pelos alunos, bem como as diferentes concepções quanto á maneira como devem ser selecionados e tratados de forma motivada e dinâmica.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:


1- Aplicar práticas pedagógicas que propiciem a motivação das aulas e a interação dos alunos.
2- Compreender a importância do ensino de História no contexto social.
3- Reconhecer que o conhecimento histórico é parte do conhecimento interdisciplinar.
4- Identificar relações sociais no seu próprio grupo de convívio, na localidade e no país e outras manifestações estabelecidas em outros tempos e espaços.

REVISÃO LITERÁRIA:

Com base nos PCN (2000), vimos à importância dada aos conteúdos revelando um compromisso da instituição escolar em garantir o acesso ao saberes elaborados socialmente, esses conteúdos devem, portanto, estar em consonância com as questões sociais que marcam cada momento histórico. A formação deve propiciar o desenvolvimento de capacidades, de modo a favorecer a compreensão e a intervenção nos fenômenos culturais.

No contexto da proposta dos Parâmetros Curriculares Nacionais se concebe a educação escolar como uma prática que tenha a possibilidade de criar condições para que todos os alunos desenvolvam suas capacidades e aprendam os conteúdos necessários para construir instrumentos de compreensão da realidade e de participação de relações sociais, políticas e culturais diversificadas e cada vez mais amplas, condições estas fundamentais para o exercício da cidadania na construção de uma sociedade democrática e não excludente.

A prática escolar destingue-se de outras práticas educativas, como as que acontecem na família, no trabalho, no lazer e nas demais formas de convívio social, por constituir-se uma ação institucional, sistemática, planejada e continuada para crianças e jovens durante um período contínuo e extenso de tempo. A escola, ao tomar para si o objetivo de tornar cidadãos capazes de atuar com competência e dignidade na sociedade, buscará eleger, como objeto de ensino, conteúdos que estejam em consonância com questões sociais, que marcam cada momento histórico, cuja aprendizagem e assimilação são os considerados essenciais para que os alunos possam exercer seus direitos deveres. Para tanto, ainda é necessário que a instituição escolar garanta um conjunto de práticas pedagógicas planejadas com o propósito de contribuir para que os alunos se apropriem dos conteúdos de maneira crítica e construtiva.

Newton Duarte (2007), em seu livro Educação Escolar, Teoria do Cotidiano... Cita: “ Oliveira” (1985), concordando com a definição da prática educativa proposta por Saviani, que chamou atenção para o fato de que a realização dessa função, a transformação mediatizada da prática pedagógica, isto é, a efetivação de uma prática pedagógica que gere nos sujeitos, dela participante, transformações que contribuirão para a sua atuação como sujeitos transformadores da prática social global, não é um resultado que ocorre como decorrência espontânea da consecução da função precípua da prática pedagógica que é a transmissão acumulado historicamente. Tal transmissão é indispensável, sem o que nem se quer cabe falar em práticas pedagógicas escolar. Oliveira (ibid.:pp.100-101) mostra porém, que o objetivo de fazer da prático pedagógica uma atividade mediadora transformadora exige a ascensão dessa prática ao nível de prática educativa para-si:

É preciso tornar a prática educativa em-si em prática educativa para-si. Isto é: é preciso questionar profundamente a ação especificamente pedagógica que pretende socializar o saber, intencionalizando o conteúdo a ser transmitido em relação orgânica com uma forma adequada de maneira a tornar concretos os objetivos (os específicos e também os sociais) anteriormente previstos. (... ) O objetivo último de contribuir para a transformação das estruturas teria, portanto que ser assumido intencionalmente como o fio condutor de toda elaboração e realização dessa prática educativa. Não prever antecipadamente as condições básicas para a efetivação do processo de ensino-aprendizagem em função daquele objetivo último inviabiliza muito do trabalho pedagógico que pretende ser uma atividade mediadora intencional no seio da prática social global.

Segundo Pimenta (2006), em seu livro O Estágio na Formação do Professor – Unidade Teoria e prática nos diz:

(...) Quando se está ensinando, está se ensinando personalidades históricas e socialmente situadas. Trata-se de formar personalidades para a sociedade onde se está e que se quer transformar; está aí presente, pois, a tensão entre a educação como acomodação e a educação como transformação.


A reflexão didática tem como ponto de partida, conforme a autora, o compromisso com a transformação social, entendida como a busca de práticas pedagógicas que tornam o ensino eficiente para a maioria da população, rompendo com uma prática profissional individualista.

Segundo Veiga (1991), O trabalho do professor é caracterizado por duplo movimento: Continuidade de experiência trazida pelo aluno e ruptura dessa experiência, propiciando-lhe uma visão mais elaborada do conhecimento. E, é na medida em que o professor contribuir para formar no aluno o pensamento crítico e criador – preocupando-se não apenas com a capacidade do aluno de memorizar e reproduzir informações tecnológicas e científicas, mas também de produzir conhecimentos.
O professor é visto como educador que direciona e conduz o processo de ensino. Trabalha junto com aluno sua realidade concreta. Abre perspectivas a partir dos conteúdos curriculares. Cabe, pois, ao professor proporcionar aos alunos a “passagem do plano de satisfação individual ao plano de experiências coletivas” (VEIGA, Apud CORREA 1990, p. 121).

METODOLOGIA:

*Apresentação de slides, filmes, vídeos e DVD;
*Estudos de textos literários, jornalísticos, revistas, documentos entre outros;
*Pesquisa na internet;
*Excursão a parques arqueológicos e locais históricos do município;
*Realização de palestras e seminários com a participação de turmas convidadas, pais e comunidade;
*Demonstrações de manifestações culturais do município;
*Confecção de painéis e murais com fotos de fatos históricos da comunidade local;
*Realização de feira de conhecimento;
*Simulação de entrevistas;
*Realização de entrevistas coletivas com autoridades regionais;
*Aulas expositivas com recursos didáticos diferenciados.

RECURSOS:

Humanos: Alunos de 5ª a 8ª série, Professores, Direção, Coordenação, Pais e comunidade em geral.
Materiais: TV, DVD, Data Show, filmes, documentários, livros, revistas, jornais, computador, internet, quadro, giz, papel metro e ofício, lápis piloto, fita adesiva, cartolina, lápis de cor, cola, etc.

CRONOGRAMA:

FEVEREIRO
· 1- Apresentação do projeto para os professores e a direção da escola;
· 2- Apresentação do projeto para os alunos das turmas de 5ª e 6ª séries da escola;
· 3- Início das atividades de co-participação.
MARÇO
· 4- Término da co-participação;
· 5- Início das atividades de regência;
· 6- Atividades extraclasses com os alunos, professores, pais e comunidade.
ABRIL
· 7- Término das atividades de regência;
· 8- Atividades extraclasses com os alunos, professores, pais e comunidade;
· 9- Encerramento do estágio.
· 10- Produção do relatório final individual.

RESULTADOS ESPERADOS:

*Selecionar e trabalhar os conteúdos contextualizados com a realidade do aluno;
*Aplicação de Prática Pedagógica efetiva, voltada para a motivação do aluno;
*Formação de alunos críticos e reflexivos;
*Desenvolvimento de atividades dinâmicas
*Professores envolvidos com a aprendizagem dos alunos de forma integral;
*Escola integrada com a comunidade local;
*Desenvolver o senso de cidadania na comunidade escolar.

REFERENCIAS:

DUARTE, Newton – Educação Escolar, Teoria do Cotidiano. 4ª Edição, Campinas, SP: Autores Associados, 2007.
MÓDULO DE HISTÓRIA – 3º período – FTC EAD, 2008.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Introdução – 1º e 2º ciclos. Brasília: MEC/SEF, 1998.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Introdução – 3º e 4º ciclos. Brasília: MEC/SEF, 1998.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Temas Transversais – 3º e 4º ciclos. Brasília: MEC/SEF, 1998.
PIMENTA, Selma Garrido. O Estágio na Formação do Professor. 7ª Edição, São Paulo: Cortez, 2006.
REVISTA NOVA ESCOLA, Nº 216 – São Paulo: Abril Cultural, outubro/2008
VEIGA, Ilma Passos A. Técnicas de Ensino: Por que não? Campinas, SP: Papirus, 1991.
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998.

PROJETO 02

CONSTRUINDO A PRÁTICA PEDAGÓGICA NO ENSINO DE HISTÓRIA ATRAVÉS DA LEITURA DE TEXTOS E DAS NOVAS TECNOLOGIAS

Celina Machado

Graciélia Pereira Nunes

Maria Neta Benta Ramada

Maristélia Honorinda de Souza

PROBLEMA:

Durante as observações realizadas numa escola da Rede Municipal de Lapão-Ba, nas turmas de 5ª e 6ª série, percebemos que os alunos enfrentam dificuldades de leitura e escrita, além dos professores ensinarem a disciplina ainda de forma tradicional, utilizando na maior parte do tempo o livro didático e os exercícios contidos nele, transformando o ensino de história num momento sem atrativo para os alunos. Diante dessa constatação, resolvemos elaborar o nosso projeto de intervenção: Construindo a Prática Pedagógica no ensino de História através da leitura de textos e das novas tecnologias, para intervir nessa situação, contemplando não só o problema de metodologia do professor como também as dificuldades dos alunos com a leitura, a escrita e a interpretação.

PÚBLICO-ALVO:

Alunos de 5ª e 6ª série do Ensino Fundamental, professores, corpo administrativo da escola, pais e comunidade em geral.

JUSTIFICATIVA:

Os parâmetros curriculares nacionais (PCN) reintegram a História, explicitamente, ao currículo do ensino fundamental. E é nesse contexto, de transição e dificuldades, que procuramos levar aos alunos e professores, através deste projeto de intervenção, o conhecimento produzido na faculdade, sobre aspectos relevantes no ensino dessa disciplina, de modo a propiciar as bases necessárias para uma mudança na sua prática pedagógica, ancorada, ainda, num modelo reprodutivo e tradicional, que enfatiza aspectos da realidade histórica de uma forma descontextualizada e desprovida de sentido para o aluno, conhecimentos esses, baseados unicamente no livro didático

Pretende-se trabalhar a prática pedagógica, especialmente no que diz respeito à compreensão, por parte dos alunos, dos conceitos na disciplina História, através dos diversos tipos de textos disponibilizados pela tipologia textual e das novas tecnologias como instrumento para a produção textual. Tal ênfase, apoia-se no entendimento de que a aprendizagem de determinados conceitos científicos (de caráter mais abstrato e cuja viabilização ocorre através da educação formal) são fundamentais para a compreensão de conceitos históricos.

Como mediador deste processo de aprendizagem, nosso objetivo será proporcionar ao professor a oportunidade de compreender o processo de aprendizagem destes conceitos, viabilizando em sala de aula as condições para que o mesmo se constitua. O trabalho será desenvolvido com alunos de 5ª e 6ª série e professores em, uma escola da Rede Municipal de Ensino do Município de Lapão-BA.

OBJETIVO GERAL:

Promover uma melhoria qualitativa no processo de ensino e aprendizagem da disciplina História nas turmas de 5ª e 6ª séries do Ensino Fundamental, utilizando textos diversificados e as novas tecnologias como norteadores da prática pedagógica.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

· Fomentar uma cultura de valorização da leitura na escola e na comunidade, desenvolvendo nos alunos de 3º ciclo do ensino fundamental e na comunidade em geral o gosto pela leitura e sua competência como leitores, por meio de atividades diversificadas.
· Contribuir com o aumento do desempenho dos professores em sala de aula;
· Contribuir com o aumento da auto-estima em relação á disciplina de História, bem como com o do rendimento dos alunos;
· Contribuir com a ampliação do repertório leitor do aluno;
· Compreender a importância da história no nosso cotidiano;
· Desenvolver a habilidade de trabalho em grupo;
· Valorizar o conhecimento de novas descobertas;
· Participar de diferentes situações de comunicação oral e escrita;
· Valorizar as novas tecnologias como instrumento de aprendizagem;
· Promover a interação entre as atividades programadas com os pais dos alunos e com os professores;
· Incrementar a participação de membros da comunidade com as atividades de leitura dos alunos;

REVISÃO DE LITERATURA:

A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.

Quanto à prática pedagógica no ensino de História, sabemos que não se aprende História apenas no espaço escolar. As crianças e jovens têm acesso a inúmeras informações, imagens e explicações no convívio social e familiar, nos festejos de caráter local, regional, nacional e mundial. São atentos às transformações e aos ciclos da natureza, envolvem-se com os ritmos acelerados da vida urbana, da televisão e dos videoclipes, são seduzidos pelos apelos de consumo da sociedade contemporânea e preenchem a imaginação com ícones recriados a partir de fontes e épocas diversas. Nas convivências entre as gerações, nas fotos e lembranças dos antepassados e de outros tempos, crianças e jovens socializam-se, aprendem regras sociais e costumes, agregam valores, projetam o futuro e questionam o tempo. (PCN, 1998, p. 37,38).

Segundo o PCN (1998) Rádio, livros, enciclopédias, jornais, revistas, televisão, cinema, vídeo e computadores também difundem personagens, fatos, datas, cenários e costumes que instigam meninos e meninas a pensarem sobre diferentes contextos e vivências humanas. Nos Jogos Olímpicos, no centenário do cinema, nos cinqüenta anos da bomba de Hiroshima, nos quinhentos anos da chegada dos europeus à América, nos cem anos de República e da abolição da escravidão, os meios de comunicação reconstituíram com gravuras, textos, comentários, fotografias e filmes, glórias, vitórias, invenções, conflitos que marcaram tais acontecimentos.

Diante dessas constatações, surgiu a idéia desse projeto, ou seja, trabalhar os conteúdos de História utilizando a diversidade de textos disponibilizados pela tipologia textual e as novas tecnologias como instrumento para a produção textual, motivando-os a estabelecer uma relação de conhecimento/aprendizagem com a disciplina de História, além de promover a ampliação do repertório leitor do aluno.

Se é relativamente fácil constatar a presença de leitura na escola, torna-se um pouco mais difícil discutir as condições concretas de produção de leitura. A relevância e a necessidade do ato de ler para professores e alunos são irrefutáveis, porém, é necessário analisar criticamente as condições existentes e as formas pelas quais esse ato é conduzido no contexto escolar, principalmente no contexto interdisciplinar. O discurso e o bom senso mostram que a leitura é importante no processo de escolarização das pessoas, porém, os recursos reais para a prática da leitura na escola podem, entretanto, contrapor-se àquele discurso.

No meio escolar (alguns professores), acredita-se que a imagem bloqueia as possibilidades de leitura. Na verdade, tudo não passa de conjecturas, pois como diz MILANESI: “a afirmação oposta, de que a imagem estimula a leitura também é válida”. Em realidade, hoje o que mais se verifica é que o visual e escrita interagem na busca de respostas, sendo que a leitura e a escrita aliam-se ao cinema, à TV e ao vídeo na tentativa de captar e explicar melhor este nosso mundo que se expande mais e mais a cada dia.

A leitura no seu sentido geral amplia nossos horizontes e nos transporta ao mundo da imaginação, sem contar os conhecimentos mil que acabamos adquirindo quando mergulhamos em universos desconhecidos como a literatura, os artigos políticos, econômicos, sociais e culturais encontrados nos jornais e em outros veículos de informação impressa. Portanto, é de suma importância desenvolver em nós uma “cultura de leitura”, pois só assim seremos aprendizes e formadores de opinião em todo ambiente social e democrático que estivermos.

METODOLOGIA:

·Propor aos alunos atividades que despertem o interesse e o gosto pela leitura de textos históricos, através do uso de textos diversificados, poesias, teatros, dramatizações, hora da leitura, etc.;
·Produção textual;
·Produção de resenha de filmes ou documentários;
·Leitura de imagem com produção escrita;
·Produção de cartazes;
·Oficinas;
·Roda de leitura
·Pesquisa na internet
·Etc...

RECURSOS:

MATERIAIS: TV, DVD, Filmes, Documentários, computador, livros, revistas, jornais, textos da internet, fotografias, obras de arte, quadro negro, giz, papel metro, ofício, cartolina, lápis, caneta, lápis de cor, lápis piloto, tesoura, cola, fita adesiva e etc.
HUMANOS: Alunos, professores, coordenador, corpo administrativo da escola, pais e comunidade.

CRONOGRAMA:

FEVEREIRO
· Apresentação do projeto para os professores e a direção da escola;
· Apresentação do projeto para os alunos das turmas de 5ª e 6ª séries da escola;
· Início das atividades de co-participação.
MARÇO
·Término da co-participação;
· Início das atividades de regência;
· Atividades extraclasses com os alunos, professores, pais e comunidade.
ABRIL
·Término das atividades de regência;
· Atividades extraclasses com os alunos, professores, pais e comunidade;
· Encerramento do estágio.
· Produção do relatório final individual.

RESULTADOS ESPERADOS:

Esperamos alcançar com a realização deste projeto, uma maior compreensão, por parte dos professores e dos alunos, dos conteúdos abrangidos na disciplina História, através de do uso da tipologia textual e das novas tecnologias, o que contribuirá para o seu desenvolvimento cognitivo e social.

REFERÊNCIAS:

MILANESI, A. L. A Casa da Invenção. São Paulo: Ateliê, 2003.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. História – 3º e 4º ciclos. Brasília: MEC/SEF, 1998.
http://www.colegiosantamaria.com.br/santamaria/aprendamais/artigos/ver.asp?artigo_id
http://recantodasletras.uol.com.br/ensaios/126258

III SEMINÁRIO PRESENCIAL - TURMA DE HISTÓRIA

A turma da História do Circuito 7 apresentou no dia 13/10/2008, o Seminário Presencial da disciplina Pesquisa e Prática Pedagógica III, encerrando assim, o 3º período (semestre).

OS TEMAS DOS SEMINÁRIOS:

1- Habilidades e Competências relativas ao ensino de História voltadas para o 3º e 4º ciclo do Ensino Fundamental.
2- Parâmetros Curriculares Nacionais: documento norteador da prática pedagógica.
3- Construindo a Prática Pedagógica.
4- Entendendo a importância do planejamento.
5- O diálogo entre a teoria e a prática.

IMAGENS DOS SEMINÁRIOS:


























































Parabéns! Sejam Bem-Vindos ao 4º Período!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

II SEMINÁRIO PRESENCIAL - BIOLOGIA

A turma de Biologia do C8 apresentou nesta Quarta-feira 17/09/2008, o Seminário Presencial da disciplina Pesquisa e Prática Pedagógica II, encerrando assim mais uma etapa, ou seja, o 2º período (semestre).


A TUTORA EDVÂNIA BEZERRA DE LIMA

GRUPO 1: GESTÃO ESCOLAR: DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO AO COTIDIANO DA SALA DE AULA


Márcia Valéria, Noelma Marques, Rizodalva Pires e Vítor Alves






















GRUPO 2 - A PRÁTICA EDUCATIVA DO PROFESSOR DE BIOLOGIA, NOS CONTEXTOS: IGREJA E ASSOCIAÇÕES COMUNITÁRIAS


Clesciane Dias, Rivânia Tavares, Carmem Almares, Glaubia Silva, Helder Torres





















GRUPO 3 - O PLANETA TERRA E SUAS CONTURBAÇÕES. COMO REVERTER ESSA SITUAÇÃO COM PRÁTICAS CIDADÃS?


Francisco Lima, Elzenir Dourado, Jaíres Batista, Ranulfo Gaspar






















GRUPO 4- A FUNÇÃO DA ESCOLA COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO DE SERES HUMANOS


Iran Ribeiro, Joaquim Neto, Mikhail Pimenta, Indaiara Dantas





























OUTRAS IMAGENS DO SEMINÁRIO




































PARABÉNS GALERA!!!

SEJAM BEM-VINDOS AO 3º PERÍODO!!!

SUCESSO!!!!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

FTC EAD - DESFILE: 7 DE SETEMBRO

Os alunos da FTC EAD da UP de Lapão-BA, participaram do desfile cívico promovido e patrocinado pela Secretaria Municipal de Educação de Lapão.


Imagens do desfile! As alunas Paula Luiza e Vanuza do curso de Letras C7 levam a faixa!










A tutora da turma de Letras C9, Kaline Campos, participou do desfile com muita motivação!










Durante o desfile, os alunos demonstraram disposição e alegria!






















































O Antes!

















O depois!


















PARABÉNS GALERA!!! VOCÊS SÃO NOTA 1.000!!!
A UP de Lapão e a Nível 03 agradecem a todos os alunos que desfilaram e mostraram que a FTC EAD faz parte da Educação Superior no município de Lapão!

Alunos que participaram do desfile:

História C7: Ana Alberga, Ana Maria, Celina Machado, Claudicélia Bispo, Elânia Martins, Eliene Dourado, Elidê Aparecida, Elineide Dourado, Fabriciana Paixão, Helena Lopes, Joana Ribeiro, Leiliane Lima, Maria Helena Dias, Maria Neta Ramada, Maristélia Souza.
Biologia C8: Carmem Almares, Clesciane Dias, Indaiara Dantas, Iran Ribeiro, Joaquim Neto, Rivânia Tavares, Vítor Alves.
Letras C7: Luzimar Rodrigues, Paloma Matos, Paula Luiza, Vanuza Alves.
Letras C9: Érica Rodrigues, Joselma Maria, Kelly Coimbra.
AGRADECEMOS À SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAPÃO PELO CONVITE E PATROCÍNIO PARA O DESFILE E PELO APOIO QUE TEM DADO À FTC EAD NESTE MUNICÍPIO.